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// INTERCÂMBIO EM BERLIM

A mais importante cidade alemã, hoje reunificada e revigorada. Uma cidade que viveu dificuldades mesmo depois da Segunda Guerra Mundial. Dividida em Berlim Oriental e Ocidental, teve o Muro que a separava como, talvez, o maior símbolo da Guerra Fria. Com a queda do muro, renasceu.

Para si e para o mundo. Acolheu mudanças que a transformaram numa metrópole moderna e dinâmica, embora não esteja disposta a apagar o passado. Esse é relembrado em vários museus, monumentos, esquinas. Relembrado para que jamais se repita. Muitos visitantes vão a Berlim em busca dessas marcas, mas também em busca de cultura, já que a cidade tem uma movimentada vida artística.

Passado, presente e futuro andam sempre juntos em Berlim.

Hoje, é possível percorrer toda a extensão do extinto muro de Berlin, observando fragmentos e manifestações artísticas sobre o pouco que sobrou.  Ao longo da Muhlenstrasse é possível conhecer os grafites feitos em 1990 por 118 artistas de 21 países. Os amantes dessa história podem se aprofundar no assunto em exposições como a do Museum Haus am Checkpoint Charlie, que fica justo na passagem mais famosa entre os lados Oriental e Ocidental da Alemanha. O lugar mostra os tipos de tentativas de fuga para a Berlim Ocidental na época da divisão.

 

A Alexanderplatz, um dos maiores orgulho e símbolo da extinta República Democrática Alemã. Após a Segunda Guerra, a Alexanderplatz se transformou no coração da Berlim Oriental, mas hoje as estátuas de Marx e Lênin, símbolos do comunismo, perderam importância para as muitas lojas e o agitadíssimo comércio local. 

 

Devastada durante a Segunda Guerra e simplesmente abandonada na época da divisão entre Berlim Oriental e Ocidental, a Potsdamer Platz, hoje abriga embaixadas, shopping centers e restaurantes além de um brilhante e polêmico Monumento ao Holocausto.

 

Berlim continua empolgante e repleta de surpresas, como o onipresente Portão de Brandemburgo, erguido em 1791 para celebrar as vitórias bélicas prussianas. Assim como o Reichstag, atual sede do Parlamento Alemão (Bundestag), com sua bela cúpula de vidro, erguido a partir de 1884 e incendiado em 1933. Aliás, esse episódio serviu de estopim para Hitler assumir plenos poderes naquele ano.

Na Unter den Linden, importante avenida do leste de Berlim é possível contemplar prédios restaurados depois da Segunda Guerra, além de encontrar bons restaurantes e lojas. Na mesma região está o Tiergarden, maior área verde da cidade. Não dá para não entrar na Berliner Dom (Catedral de Berlim) e na igreja de Kaiser Wilhelm Gedachtniskirche, do século 19, um dos poucos monumentos que milagrosamente sobreviveram à guerra.

Os amantes da arte se deliciarão com lugares como a Alte Nationalgalerie (Antiga Galeria Nacional), que guarda rica coleção de esculturas do século 19 e pinturas do impressionismo francês, com destaque para as obras de Monet, Manet, Blechen, Schinkel, Menzel e Liebermann. Vale considerar incluir mais museus nesse roteiro, já que Berlim tem alguns dos melhores do mundo. O conceituadíssimo Deutsche Guggenheim Berlin é dedicado à arte moderna e contemporânea; o Pergamon é sobre a civilização antiga; o Brücke tem obras de artistas expressionistas; a Gemäldegalerie tem diversas alas dedicadas a antigos mestres alemães da pintura dos séculos 13 a 15; e o Naturkunde guarda o que dizem ser o maior esqueleto de dinossauro montado do mundo… São ótimas pausas para lembrar que Berlim não é só história de guerra. Mas para quem gosta e quer se aprofundar ainda mais, o Deutsches Historisches guarda empolgante e extenso acervo sobre história alemã da Idade Média ao presente.

Berlim se orgulha de sua vida noturna. Suas baladas em antigas fábricas e galpões são consideradas as melhores do mundo e a música eletrônica predomina. Muitos bares e boates abrem suas portas ao redor da Friedrichstrasse, que foi reduto clubber na década de 90. Para algo mais sutil, há barzinhos por toda Berlim – os Kneipe, são como pubs e servem de ponto de encontro para happy hour.

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